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INSTITUCIONAL 

Foto: Assembléia de Fundação do CAAP

Foto: 1° Diretoria do CAAP

O Centro Acadêmico Arno Preis, foi fundado em 31 de outubro de 2013, em Assembleia Geral realizada pelos alunos do curso de Direito da antiga Faculdade Max Planck, atual Unimax - Indaiatuba. Independente, associação civil sem fins lucrativos e apartidária, é o órgão representativo dos estudantes de direito, que busca auxiliar e tornar a jornada acadêmica destes a mais proveitosa possível.

O CAAP reúne representantes eleitos dentre os estudantes de do curso de Direito. Possui uma estrutura própria de funcionamento, pela qual os alunos se expressam, direta ou indiretamente, quanto aos mais diversos assuntos, democraticamente.

Maior órgão político estudantil no âmbito de uma Faculdade, um Centro Acadêmico tem o poder-dever de atuar com e pelos estudantes nos assuntos internos da instituição acadêmica, seja por meio de ações concretas, participações em debates sobre os assuntos interessantes ao meio acadêmico e de relevância pública, ou mesmo a promoção dos mesmos.

O Centro Acadêmico também vai além dos muros da Faculdade e da Universidade. Somos estudantes de um excelente curso, que nos oferece incontáveis e poderosas ferramentas de transformação social, que uma grande parcela da população não tem acesso. Nós como estudantes, detentores dessas ferramentas, temos como dever prestar seu bom uso perante a sociedade.

Deste modo, é importantíssimo o papel e dever de um Centro Acadêmico elaborar e estimular projetos culturais e sociais; promover participação e criação de eventos de cunho científico, social e político, trazendo questões relevantes da atualidade, dando acesso não somente aos estudantes, mas a toda comunidade, de modo a incentivar a reflexão quanto aos mais diversos temas. A busca pela pluralidade, aqui, é essencial. Quanto mais abrangentes forem a participação das pessoas e os temas discutidos, mais aprendizado e crescimento conseguiremos atingir, e mais coisas conseguiremos mudar juntos.

O que vemos nos livros e o que acontece na vida real possuem uma distância enorme; seria muito mais fácil focar somente na teoria que aprendemos nas bibliotecas e salas de aula. Porém, como operadores do direito, não podemos nos dar ao luxo de nos contentarmos só com isso, devemos aceitar o grande desafio de exceder essa redoma e compreender que somente nos abrindo e desarmando perante a diversidade é que alcançaremos a realização do nosso principal dever: o de contribuir para a construção de uma sociedade justa, sem desigualdades e sem preconceitos.